segunda-feira, 20 de fevereiro de 2012

Pr. Ricardo Gondim - Rompeu com o Movimento Evangélico ou com os que se dizem evangélicos?


Pr. Ricardo Gondim


Considerando os diversos pensamentos aqui postados, em forma de comentário, sôbre o rompimento do Pr. Ricardo Gondim com o "MOVIMENTO EVANGÉLICO", exposto no artigo TEMPO DE PARTIR, tenho o dever de esclarecer alguns pontos e, agora sim, um post não meramente de caráter informativo, mas minha opinião a respeito:


1 - A postagem se deve, em virtude do Pr. Ricardo Gondim ter se tornado ao longo dos anos, um referencial no meio evangélico, mormente o brasileiro e, a atitude de publicar sua decisão, deixa clara sua consciência a respeito disso, e de que também é um formador de opiniões.

2 - A intenção da minha postagem neste blog, não foi de criticá-lo ou ridicularizá-lo levianamente, até porque o texto principal tem como fonte o link do seu próprio site, e o meu comentário lá é bem sucinto, muito mais com teor informativo.

3 - Concordo plenamente com todos os pontos citados por ele e participo da mesma indignação, assim como tenho certeza de que muitos outros, proeminentes, assim como o Pr. Ricardo Gondim, ou mesmo anônimos como eu, também participam . Há desvios de conduta de líderes, heresias, corrupção e motivações estranhas em nosso meio. Isso é inegável, assim como também é cumprimento das Sagradas escrituras, senão vejamos:


"Porque a respeito de vós, irmãos meus, me foi comunicado pelos da família de Cloe que há contendas entre vós." 1 Coríntios 1:11


"Porque ainda sois carnais, pois, havendo entre vós inveja, contendas e dissensões, não sois, porventura, carnais e não andais segundo os homens?" 1 Coríntios 3:3

"E também houve entre o povo falsos profetas, como entre vós haverá também falsos doutores, que introduzirão encobertamente heresias de perdição e negarão o Senhor que os resgatou, trazendo sobre si mesmos repentina perdição.2 Pedro 2:1



4 - Discordo do Pr. Gondim apenas, na atitude do rompimento e não da indignação. Quando o profeta Elias se indignou com os acontecimentos da sua época, também pensou que estava só, e que os demais se conformaram. O próprio Deus tratou de mostrá-lo que isso não era verdade, afinal, havia 7.000 que não se dobraram. Quando também o apóstolo Paulo preveniu a Timóteo acerca da extrema corrupção dos últimos tempos,  disse claramente: "destes afasta-te", não da Igreja.



5 - Sei que os escândalos se multiplicam, principalmente por aqueles que estão em evidência, mas isso jamais pode ser atribuído à Igreja como um todo. Vejamos o que diz a Bíblia:  2Tm.3.9 - "Não irão, porém, avante; porque a todos será manifesto o seu desvario, como também o foi o daqueles."


6 - O pastor Gondim, como ele mesmo trata no texto, já não estava submisso a quem quer que fosse, e isso há muitos anos, a não ser à própria Igreja Assembleia de Deus Betesda, comunidade que lidera, portanto, isso não o impede que seja íntegro diante de Deus e dos homens, mas, ainda que estivesse submisso a alguém ou instituição com problemas dessa natureza, poderia até passar por sofrimentos, mas não precisaria deixar sua integridade moral e espiritual. Quem tem firmeza e alvo definidos, prossegue caminhando - "Eu sei as tuas obras, e onde habitas, que é onde está o trono de Satanás; e reténs o meu nome e não negaste a minha fé, ainda nos dias de Antipas, minha fiel testemunha, o qual foi morto entre vós, onde Satanás habita. "Apocalipse 2:13

7 - Agora, analisemos: "MOVIMENTO EVANGÉLICO" não é uma instituição ou organização formal, portanto, perdoem-me, mas no meu entender, ele não rompeu oficialmente com nada. Se quiser continuar sendo um cristão, como acredito que continuará, terá que lutar pelos princípios do Reino de Deus, esteja ele dentro ou fora do que se diz "MOVIMENTO EVANGÉLICO."


8 - Conheço alguns líderes que, mesmo tendo menor grau de influência como formadores de opinião, comparados com o pastor em apreço, já não interagem com aqueles que assim agem, como também já acontecia com o Pr. Gondim, contudo não tiveram essa atitude pública de rompimento, até porque com a Igreja de Cristo não se rompe. Sei perfeitamente que, a ideia do Pr. Gondim também não é essa, (isso está bem claro no seu texto e mesmo na entrelinhas),  mas,  a forma com a qual ele trata o assunto e publica a informação, fomenta esse entendimento, e de forma geral, o fato se multiplica não pelos detalhes ou entrelinhas da escrita, mas pelos títulos, em geral escritos em "letras garrafais" e com destaques.

9 - Quando digo "oremos por ele", não é uma crítica, mas um pedido mesmo, pois mesmo tendo discordâncias pontuais nos seus últimos ensinamentos, (principalmente aqueles que se  emparelham com a filosofia), o considero um irmão em Cristo e, esse é o nosso dever: Orar por todos os homens.

Ainda em tempo, aproveito o ensejo para registrar: Oremos por toda a Igreja brasileira, e peço também que orem por mim, afinal, precisamos completamente de Deus, da Sua graça,  do Seu amor e de muito discernimento em tempos de verdadeira turbulência nos arraiais da Igreja evangélica brasileira, no sentido de que, mesmo com divergências pontuais, não percamos o rumo, mas possamos prosseguir e alcançar nosso alvo.

Quanto aqueles que se ofenderam com meu pedido de oração pelo pastor Ricardo Gondim,   peço-lhes perdão, se assim se sentiram, mas continuarei orando por ele, assim como peço a vocês que não se esqueçam de mim nas vossas intercessões, afinal, preciso muito.  - Oremos uns pelos outros!

Vosso conservo em Cristo,

Pr. Carlos Roberto

sábado, 18 de fevereiro de 2012

Tempo de partir - Ricardo Gondim rompe com o Movimento Evangélico

Pr. Ricardo Gondim
Considerando que em tempos idos, lí, ouvi e aprendi com o Pr. Ricardo Gondim, sinto tristeza com a decisão tomada pelo reverendo Gondim, esposada no seu próprio texto abaixo. Decisão que já me parecia anunciada, considerando os caminhos trilhados já a algum tempo. Minha postagem não desmerece todo o trabalho  inicial do pastor Gondim, nem mesmo tem a iniciativa de ridicularizar sua atitude, mas é bom que pensemos e analisemos sôbre ela, para que tenhamos cuidado sôbre nós mesmos. Como ele mesmo diz, depois de tanto tempo convivendo com o movimento evangélico brasileiro, sabe que está saindo, ainda que não sabe o caminho a trilhar. - Oremos por ele.



Tempo de partir
Ricardo Gondim


Não perdi o juízo. Minha espiritualidade não foi a pique. Minhas muitas tarefas não me esgotaram. Entretanto, não cessam os rótulos e os diagnósticos sobre minha saúde espiritual. Escrevo, mas parece que as minhas palavras chegam a ouvidos displicentes. Para alguns pareço vago, para outros, fragmentado e inconsistente nas colocações (talvez seja mesmo). Várias pessoas avisam que intercedem a Deus para que Ele me acuda.
Minha peregrinação cristã está, há muito,  marcada por rompimentos. O primeiro, rachei com a Igreja Católica, onde nasci, fui batizado e fiz a Primeira Comunhão. Em premonitórias inquietações não aceitava dogmas. Pedi explicações a um padre sobre certas práticas que não faziam muito sentido para mim. O sacerdote simplesmente deu as costas, mas antes advertiu: “Meu filho, afaste-se dos protestantes, eles são um problema!”.
Depois de ler a Bíblia, decidi sair do catolicismo; um escândalo para uma família que se orgulhava de ter padres e freiras na árvore genealógica –  e nenhum “crente”. Aportei na Igreja Presbiteriana Central de Fortaleza.  Meus únicos amigos crentes vinham dessa denominação. Enfronhei em muitas atividades. Membro ativo, freqüentei a escola dominical, trabalhei com outros jovens na impressão de boletins, organizei retiros e acampamentos. No cúmulo da vontade de servir, tentei até cantar no coral – um desastre. Liderei a União de Mocidade. Enfim, fiz tudo o que pude dentro daquela estrutura. Fui calvinista.  Acreditei por muito tempo que Deus, ao criar todas as coisas, ordenou que o universo inteiro se movesse de acordo com sua presciência e soberania. Aceitei tacitamente que certas pessoas vão para o céu e para o inferno devido a uma eleição. Essa doutrina fazia sentido para mim até porque eu me via um dos eleitos. Eu estava numa situação bem confortável. E podia descansar: a salvação da minha alma estava desde sempre garantida. Mesmo que caísse na gandaia, no último dia, de um jeito ou de outro, a graça me resgataria. O propósito de Deus para minha vida nunca seria frustrado, me garantiram.
Em determinada noite, fui a um culto pentecostal. O Espírito Santo me visitou com ternura. Em êxtase, imerso no amor de Deus, falei em línguas estranhas – um escândalo na comunidade reverente e bem comportada. Sob o impacto daquele batismo, fui intimado a comparecer à versão moderna da Inquisição. Numa minúscula sala, pastores e presbíteros exigiram que eu negasse a experiência sob pena de ser estigmatizado como reles pentecostal. Ameaçaram. Eu sofreria o primeiro processo de expulsão, excomunhão, daquela igreja desde que se estabelecera no século XIX. Ainda adolescente e debaixo do escrutínio opressivo de uma gerontocracia inclemente, ouvi o xeque mate: “Peça para sair, evite o trauma de um julgamento sumário. Poupe-nos de sermos transformados em carrascos”. Às duas da madrugada, capitulei. Solicitei, por carta, a saída. A partir daquele momento, deixei de ser presbiteriano.
De novo estava no exílio. Meu melhor amigo, presidente da Aliança Bíblica Universitária, pertencia a Assembleia de Deus e para lá fui. Era mais um êxodo em busca de abrigo. Eu só queria uma comunidade onde pudesse viver a fé. Cedo vi que a Assembleia de Deus estava engessada. Sobravam legalismo, politicagem interna e ânsia de poder temporal. Não custou e notei a instituição acorrentada por uma tradição farisaica. Pior, iludia-se com sua grandeza numérica. Já pastor da Betesda eu me tornava, de novo, um estorvo. Os processos que mantinham o povo preso ao espírito de boiada me agrediam. Enquanto denunciava o anacronismo assembleiano eu me indispunha. A estrutura amordaçava e eu me via inibido em meu senso crítico. A geração de pastores que ascendia se contentava em ficar quieta. Balançava a cabeça em aprovação aos desmandos dos encastelados no poder. Mais uma vez, eu me encontrava numa sinuca. De novo,  precisei romper. Eu estava de saída da maior denominação pentecostal do Brasil. Mas, pela primeira vez, eu me sentia protegido. A querida Betesda me acompanhou.
Agora sinto necessidade de distanciar-me do Movimento Evangélico. Não tenho medo. Depois de tantas rupturas mantenho o coração sóbrio. As decepções não foram suficientes para azedar a minha alma, sequer fortes para roubar a minha fé. “Seja Deus verdadeiro e todo homem mentiroso”.
Estou crescentemente empolgado com as verdades bíblicas que revelam Jesus de Nazaré. Aumenta a minha vontade de caminhar ao lado de gente humana que ama o próximo. Sinto-me estranhamente atraído à beleza da vida. Não cesso de procurar mentores. Estou aberto a amigos que me inspirem a alma.
Então por que uma ruptura radical? Meus movimentos visam preservar a minha alma da intolerância.  Saio para não tornar-me um casmurro rabugento. Não desejo acabar um crítico que nunca celebra e jamais se encaixa onde a vida pulsa. Não me considero dono da verdade. Não carrego a palmatória do mundo. Cresce em mim a consciência de que sou imperfeito. Luto para não permitir que covardia me afaste do confronto de meus  paradoxos. Não nego: sou incapaz de viver tudo o que prego – a  mensagem que anuncio é muito mais excelente do que eu. A igreja que pastoreio tem enormes dificuldades. Contudo, insisto com a necessidade de rescindir com o que comumente se conhece como Movimento Evangélico.
1.     Vejo-me incapaz de tolerar que o Evangelho se transforme em negócio e o nome de Deus vire marca que vende bem. Não posso aceitar, passivamente, que tentem converter os cristãos em consumidores e a igreja, em balcão de serviços religiosos. Entendo que o movimento evangélico nacional se apequenou. Não consegue vencer a tentação de lucrar como empresa. Recuso-me a continuar esmurrando as pontas de facas de uma religião que se molda à Babilônia.
2.       Não consigo admirar a enorme maioria dos formadores de opinião do movimento evangélico (principalmente os que se valem da mídia). Conheço muitos de fora dos palcos e dos púlpitos. Sei de histórias horrorosas, presenciei fatos inenarráveis e testemunhei decisões execráveis. Sei que muitas eleições nas altas cupulas denominacionais acontecem com casuísmos eleitoreiros imorais. Estive na eleição para presidente de uma enorme denominação. Vi dois zeladores do Centro de Convenções aliciados com dinheiro. Os dois receberam crachá e votaram como pastores. Já ajudei em “cruzadas” evangelísticas cujo objetivo se restringiu filmar a multidão, exibir nos Estados Unidos e levantar dinheiro. O fim último era sustentar o evangelista no luxo nababesco. Sou testemunha ocular de pastores que depois de orar por gente sofrida e miserável debocharam delas, às gargalhadas. Horrorizei-me com o programa da CNN em que algumas das maiores lideranças do mundo evangélico americano apoiaram a guerra do Iraque. Naquela noite revirei na cama sem dormir. Parecia impossível acreditar que homens de Deus colocam a mão no fogo por uma política beligerante e mentirosa de bombardear outro país. Como um movimento, que se pretende portador das Boas Novas, sustenta uma guerra satânica, apoiada pela indústria do petróleo.
3.       No momento em que o sal perde o sabor para nada presta senão para ser jogado fora e pisado pelos homens. Não desejo me sentir parte de uma igreja que perde credibilidade por priorizar a mensagem que promete prosperidade. Como conviver com uma religião que busca especializar-se na mecânica das “preces poderosas”? O que dizer de homens e mulheres que ensinam a virtude como degrau para o sucesso? Não suporto conviver em ambientes onde se geram culpa e paranoia como pretexto de ajudar as pessoas a reconhecerem a necessidade de Deus.
4.       Não consigo identificar-me com o determinismo teológico que impera na maioria das igrejas evangélicas. Há um fatalismo disfarçado que enxerga cada mínimo detalhe da existência como parte da providência. Repenso as categorias teológicas que me serviam de óculos para a leitura da Bíblia. Entendo que essa mudança de lente se tornou ameaçadora. Eu, porém, preciso de lateralidade. Quero dialogar  com as ciências sociais. Preciso variar meus ângulos de percepção. Não gosto de cabrestos. Patrulhamento e cenho franzido me irritam . Senti na carne a intolerância e como o ódio está atrelado ao conformismo teológico. Preciso me manter aberto à companhia de gente que molda a vida, consciente ou inconsciente, pelos valores do Reino de Deus sem medo de pensar, sonhar, sentir, rir e chorar. Desejo desfrutar (curtir)  uma espiritualidade sem a canga pesada do legalismo, sem o hermético fundamentalismo, sem os dogmas estreitos dos saudosistas e sem a estupidez dos que não dialogam sem rotular.
Não, não abandonarei a vocação de pastor. Não negligenciarei a comunidade onde sirvo. Quero apenas experimentar a liberdade prometida nos Evangelhos. Posso ainda não saber para onde vou, mas estou certo dos caminhos por onde não devo seguir.
 Soli Deo Gloria

terça-feira, 14 de fevereiro de 2012

Não chores - ASPECTO CRISTÃO TV - Programa 75 - 11.02.2012

Aspecto Cristão TV - Programa 75

PARA UMA BOA AUDIÇÃO DESLIGUE O SOM DA
RHEMA ON LINE




ASPECTO CRISTÃO TV
Programa 75
11.02.2012

PALAVRA DE MULHER
Sarah Virgínia
Tema: Abandone a Idolatria

MENSAGEM
Pb. Robson Silva - Blog Prossigo para o alvo
Tema: Não Chores

Louvor: Fernanda Brum

Apresentação
Pr. Carlos Roberto Silva

Direção Geral
Pr. Josias de Almeida Silva

domingo, 12 de fevereiro de 2012

Whitney Houston morre aos 48 anos - 11.02.2012 - Nota de alecimento


Whitney Houston




Cantora Whitney Houston morre aos 48 anos de idade Causa e local da morte ainda são desconhecidos


A cantora e atriz Whitney Houston morreu na noite deste sábado (11), de acordo com informações do jornal New York Times. Ela tinha 48 anos e  causa e local da morte ainda são desconhecidos, segundo a agente Kristen Foster declarou à imprensa norte-americana.

Houston foi uma das artistas mais vendidas no mundo da música nos anos 1980 e 1990.  Seu sucesso musical a levou até o cinema, com seu filme mais famoso sendo "O Guarda-Costas", com Kevin Costner. Dentre seus maiores hits estão "How will I know", "Saving all my love for you" e "I will always love you", trilha do filme "O guarda-costas".

No final da carreira, no entanto, Houston começou a mergulhar no mundo das drogas e o número de hits da cantora foi diminuindo. Ela confessou que usava cocaína, maconha e medicamentos controlados, o que acabou prejudicando sua tão famosa voz.

Somente nos EUA, Houston vendeu mais de 55 milhões de álbuns.

Houston deixa uma filha, Bobbi Kristina, do seu conturbado casamento com o cantorBobby Brown - os dois ficaram juntos entre 1992 e 2007.

sábado, 11 de fevereiro de 2012

Pr. MARTIM ALVES DA SILVA - Eleito novo Pastor Presidente na AD Rio Grande do Norte

Pr. Martim Alves - AD Natal - RN


O Pastor
Martim Alves da Silva,
foi eleito o novo Pastor Presidente da Assembleia de Deus do Estado do Rio Grande do Norte.
A eleição, como já estava prevista, aconteceu na manhã de hoje na Templo Central da Assembleia de Deus em Natal-RN, em virtude da recente jubilação do pastor Raimundo João de Santana.
Concorreram ao cargo Pastores Martim Alves da Silva, da AD em Mossoró; e Ivan Gonçalves de Oliveira, da cidade de Nova Cruz.

Dos 386 Ministros habilitados a votar, 312 compareceram às urnas, os quais de forma secreta, elegeram o Pastor MARTIM ALVES DA SILVA, como novo líder da Igreja, conforme dados abaixo, informados através do Blog do amigo Pastor Edinaldo Domingos.

Martim Alves - 190 votos
  Ivan Gonçalves - 122 votos

Que o Eterno abençoe e prospere em tudo a nova gestão do Pastor Martim Alves da Silva, e que tudo concorra para a glória do nome do Senhor, Mestre e Senhor da Igreja.

Fonte:


sexta-feira, 10 de fevereiro de 2012

CGADB - Conselhos de Doutrina, Apologética e Jurídico reuniram-se em Campinas/SP - 09 e 10.02.2012



Líderes estão debatendo diversos assuntos que serão apresentados na próxima AGE da CGADB

O Conselho de Doutrina, a Comissão de Apologética e o Conselho Jurídico da CGADB - Convenção Geral das Assembléias de Deus no Brasil estão reunidos em Campinas, nesta quinta, 9 e continuam amanhã, na sexta dia 10,  debatendo diversos assuntos que serão apresentados na próxima Assembléia Geral Extraordinária, que está prevista para acontecer no próximo mês de junho, possivelmente em Maceió.


O Conselho de Doutrina reuniu os seguintes conselheiros:

Pastor Paulo Roberto Freire da Costa, Presidente (Campinas – SP); Antônio Xavier dos Santos, vice-presidente (Palmas – TO); Emanuel Barbosa Martins  São José dos Campos - SP); Paulo Lopes Correia (Niterói – RJ), Nemias Pereira Rocha (Goiânia – GO) e pastor Carlos Roberto Silva, Secretário -  (Cubatão) que secretariou a mesa.



A Comissão de Apologética contou com a presença do presidente da Comissão, pastor Esequias Soares da Silva (Jundiaí – SP); pastor Antonio Silva (PR), José Gonçalves Gomes (Teresina – PI); Misael Figueiredo da Silva (N. Iguaçu – RJ) e Domingos Lamberty (Bento Gonçalves – RS).



O Conselho Jurídico foi representado pelo seu presidente, pastor Abiezér Apolinário da Silva (Salvador – BA); pastor Everaldo Morais (BA), pastor Antonio Lorenzetti (Natal – RN)  e Paulo Rodrigues Moraes (SP).






quinta-feira, 9 de fevereiro de 2012

CGADB - Conselhos de Doutrina e Apologética reunidos em Campinas/SP - 09 e 10.02.2012


Conselhos de Doutrina e Apologética da CGADB


Todos os anos eles se reúnem para estudar as questões doutrinárias da denominação.

O Conselho de Doutrina  e a Comissão de Apologética da CGADB -  Convenção Geral das Assembleias de Deus no Brasil  se reunirão nestes dias 9 e 10 em Campinas, SP. Haverá ainda a participação de membros da CPAD - Casa Publicadora das Assembleias de Deus, e também do Departamento Jurídico da instituição.

A pauta que será  estudada ainda não foi revelada pelo organizadores do evento.  

O Conselho de Doutrina é presidido pelo presidente da AD em Campinas pastor Paulo Freire e  a Comissão de Apologética  pelo presidente da AD em Jundiaí, pastor Esequias Soares da Silva.

Na condição de membro do Conselho de Doutrina, acabo de chegar à cidade de Campinas para participar das reuniões, as quais prometem preencher os três períodos dos dois próximos dias.

Oremos para que o Eterno abençoe os trabalhos, e que tudo concorra para a glória do Seu nome.

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