segunda-feira, 20 de agosto de 2018

Fred do Cruzeiro é consagrado a obreiro em igreja evangélica de Belo Horizonte (MG)

Atacante do Cruzeiro, Fred é um dos maiores jogadores de futebol do país. Já chegou a ser reconhecido pela vida de badalação que levava, mas hoje é admirado pela sua postura religiosa.
De fé evangélica, o jogador de futebol decidiu tomar um passo importante na efetivação de sua crença recentemente.
A Igreja Batista Univida, que fica em Belo Horizonte (MG), publicou em suas redes sociais fotos do jogador recebendo a unção do pastor da denominação para se tornar obreiro.
Na legenda, a igreja diz que o testemunho de Fred é lindo, e que Deus tem preparado muito mais coisas para ele: "Lindo testemunho do nosso novo obreiro. O Senhor tem muito ainda para fazer. Isso é só o começo."
Participaram do momento, além de Paula Armania esposa de Fred, a filha deles, Giovanna, que orou pela consagração do pai.
Segundo a publicação, Fred chega antes de todos no culto, e é bastante fervoroso ao cantar e orar. "Fred é um irmão que canta, presta atenção à pregação, ora e praticamente fecha a igreja, já que só vai embora após conversar com dois pastores em particular por quase 50 minutos, quando o local já está praticamente vazio", disseram os repórteres que o acompanharam.

domingo, 19 de agosto de 2018

O Evangelho e a justiça social: Jesus não é contra a política, mas é superior a ela

"A injustiça social destaca-se como o inimigo principal tanto dos homens como de Deus. Deve ser combatida ferozmente, com todas as armas que dispomos. Entre as mais poderosas, encontra-se a religião":  (Russell P. Shedd).
Com esta citação do saudoso e brilhante pastor Russell Shedd, inicio essa pequena reflexão que tem como objetivo demonstrar a perfeita compatibilidade entre a política e o Evangelho de Cristo, porém, desde que não exista confusão entre uma coisa e outra, mas que no lugar disso às Escrituras Sagradas sejam postas no seu devido lugar de verdade absoluta diante da humanidade, sendo a luta por uma sociedade mais justa uma consequência natural de pessoas que tiveram seu caráter transformado pela ação do Espírito Santo de Deus.
O papel social das igrejas evangélicas
As igrejas evangélicas possuem um papel fundamental na luta por uma sociedade mais justa, apesar de muitos enxergarem apenas o lado espiritual dessas instituições. Mas a verdade é que isso vai muito além da questão religiosa, atingindo também a qualidade de vida das pessoas e até a economia de um bairro, cidade ou mesmo de um país inteiro.
Aqui mesmo no foi publicada uma matéria que traz o relato de alguns pesquisadores, destacando o quanto igrejas pentecostais são mais produtivas do que ONGs humanitárias, por exemplo, na África.
Essa constatação não é fruto de líderes religiosos, mas de uma cientista social, a escritora Dena Freeman, da London School of Economics. Ela publicou um livro onde afirma que as igrejas "são excepcionalmente eficazes em promover a transformação pessoal e o empoderamento, fornecem a legitimidade moral para um conjunto de mudanças de comportamento e reconstroem radicalmente as famílias e comunidades para apoiar novos valores e novos comportamentos".
Esse relato pode ser facilmente verificado em qualquer comunidade carente dos estados brasileiros, onde a realidade não é muito diferente de alguns contextos africanos e onde o papel das igrejas na luta contra a dependência química, o tráfico de drogas e o mundo do crime em geral, por exemplo, é fundamental na libertação dos jovens que não encontram no Estado apoio suficiente para conseguir ter um futuro mais digno. São igrejas que oferecem cursos de artesanato, oficinas de arte, aulas de música, costura, artes marciais e outras atividades que dão esperança para muitas famílias, servindo de referência positiva para elas.
Existem grandes projetos de alcance nacional, como a Cristolândia, mantida pela Convenção Batista Brasileira, e também pequenos projetos locais que atuam nos bairros, como através da simples distribuição de sopa, banho para os moradores de rua e oferta de alguns serviços como corte de cabelo e exames médicos em dias específicos. Em todos esses casos a igreja cumpre o seu papel na luta por uma sociedade mais justa, realizando o ide de Cristo, também, através da ação social de forma mais prática e interventiva.
Jesus não é contra a política, mas é superior a ela
A igreja quando se engaja em ações sociais está realizando um trabalho que também é de natureza política. Sempre que uma ação afeta o estilo de vida das pessoas, ela diz respeito à política, porém, não no sentido partidário, mas sim administrativo. Por exemplo, quando retiramos um usuário de drogas das ruas, impactamos a saúde e a segurança pública no hospital e na delegacia. Quando oferecemos oficinas de conscientização contra o aborto, estamos impactando a vida emocional de uma mulher que futuramente precisaria de terapia para lidar com o trauma de tirar a vida do próprio filho. Ou seja, é inevitável que a igreja não tenha alguma participação política na sociedade, pois ela faz parte da sociedade, sendo também responsável pela forma como essa sociedade vive. Porém, há uma diferença significativa, entre o Evangelho de Cristo e a política, que precisamos falar.
Aqui eu retorno às palavras do pastor Shedd em seu livro A Justiça Social e a Interpretação da Bíblia, publicado pela primeira vez em 1984. Ele faz uma distinção riquíssima entre a luta por uma justiça social como fruto do Evangelho de Cristo, e a mesma luta como resultado das ideologias humanas, deixando claro que nenhuma filosofia política foi capaz de resolver o problema da desigualdade social. O pastor escreveu o seguinte:
"Apesar do ativismo e das vozes agudas da esquerda política, a justiça social parece ser hoje tanto uma miragem como o era há duzentos anos atrás, quando o humanismo radical fez sentir sua presença na revolução francesa. Mais tarde, Marx e Nietzsche desenvolveram e disseminaram os germes das ideologias comunista e fascista. As conflagrações subseqüentes das guerras e massacres do século vinte são suficientemente familiares. O impacto das teorias humanista e evolutiva deixou graves cicatrizes e uma perigosa divisão na opinião mundial".
O que o pastor Shedd escreveu há 34 anos foi um alerta contra a idolatria política que hoje vemos em muitas denominações e líderes cristãos, que em nome de algumas paixões partidárias abandonaram o ensino puro e simples do Evangelho para lutar nas trincheiras de uma teologia segundo Karl Marx. O pastor deixa claro que muito antes de qualquer leitura política da desigualdade humana, o Evangelho de Cristo já havia proposto a solução. Porém, uma solução que obrigatoriamente deve passar por Cristo, e somente Ele. Assim, encerro essa reflexão novamente com as palavras do pastor, ao concluir que uma mensagem de justiça que não carrega em si a necessidade de arrependimento e reconhecimento do sacrifício vicário de Cristo, tende a ser vazia, infrutífera e falida:
"A única esperança da humanidade é o arrependimento, a regeneração e a restauração à sua responsabilidade bíblica diante de Deus e amor pelo próximo. Os interesses da justiça social devem, portanto, ser sempre mantidos numa relação subordinada ao evangelismo, que é o meio utilizado por Deus para restaurar a imagem divina através da habitação interior de Cristo" (Cl 3:10).
Fonte: Gospel+
Por Marisa Lobo é psicóloga clínica, escritora, pós-graduada em saúde mental, conferencista realiza palestras pelo Brasil sobre prevenção e enfrentamento ás drogas, e toda forma de bullying, transtornos psicológicos, sexualidade da familia, entre outros assuntos. Teóloga, ela é promoter e organizadora da ExpoCristo realizada no Paraná. Marisa é casada, tem dois filhos e congrega na IBB em Curitiba.

Janaína Paschoal - Jurista anuncia candidatura a deputada estadual e recusa verbas de fundo eleitoral

A jurista Janaína Paschoal, uma das autoras do parecer que resultou no impeachment da ex-presidente Dilma Rousseff (PT), anunciou sua candidatura a deputada estadual em São Paulo, pelo PSL. Antes, ela havia sido cotada para vice na chapa de Jair Bolsonaro, mas recusou o convite por questões pessoais e familiares.
Católica, Janaína Paschoal é professora de Direito na Universidade de São Paulo (USP) e uma ativa formadora de opinião nas redes sociais. Contra o aborto e descriminalização das drogas, a jurista se tornou uma figura de alta popularidade na parte conservadora da sociedade.
"Amados, quero contar para vocês que eu me candidatei à Deputada Estadual. Após o dia 16, falarei mais detidamente sobre esta decisão e planos", escreveu Janaína Paschoal em seu Twitter.
Amados, quero contar para vocês que eu me candidatei à Deputada Estadual. Após o dia 16, falarei mais detidamente sobre esta decisão e planos.
Na última sexta-feira, 17 de agosto, a candidata voltou a falar sobre como pretende levar adiante a candidatura:
"Não importa a finalidade, seja para fins eleitorais, seja para fins de caridade. NINGUÉM está autorizado a pedir dinheiro, ou qualquer outra vantagem, usando minha imagem ou o meu nome. Isso é muito importante! Eu decidi NÃO fazer as tais vaquinhas virtuais e decidi NÃO aceitar doações. Ainda que o PSL venha a receber algum fundo eleitoral, eu decidi que NÃO aceitarei o que seria a minha parte. Estou deixando isso claro, apenas para que não haja dúvidas", afirmou.
"Vou fazer uma campanha modesta. Quem quiser ajudar, ajude divulgando minhas ideias e o meu número", acrescentou Janaína Paschoal, que concorre a uma das 94 vagas da Assembleia Legislativa de São Paulo.
Fonte: Gospel+

A Economia é sim uma preocupação, mas a maior preocupação dos brasileiros, hoje, é a segurança pública! (17317). 
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Número de parlamentares evangélicos no Congresso aumenta 108% em oito anos

Se tinha um tempo em que a igreja evangélica não se preocupava com assuntos políticos ao ponto de eleger seus representantes para o Congresso, ele já ficou no passado. O cenário atual é bastante diferente e a tendência é melhorar, tendo como maior exemplo a Igreja Assembleia de Deus.
O aumento do número de parlamentares evangélicos no Congresso nos últimos anos está chamando atenção dos setores progressistas e partidos que defendem pautas moralmente liberais, como à legalização do aborto, da maconha, do "casamento gay" e da ideologia de gênero.
Apenas a Igreja Assembleia de Deus conseguiu eleger 25 deputados na última eleição, sendo 11 pastores, número esse que somou ao crescimento exponencial das bancadas conservadoras no parlamento, considerando às demais denominações, como a Batista e a Universal do Reino de Deus.
Em apenas oito anos, entre 2006 e 2014, o número de parlamentares evangélicos cresceu 108%, podendo obter um novo recorde nas eleições desse ano.
Segundo o último senso realizado em 2010 pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), o Brasil possui mais de 42 milhões de evangélicos, número esse que já deve ter crescido significativamente nos últimos anos, podendo ser a maioria até 2020, segundo estatísticas.
Essa tendência de crescimento é o que está se refletindo no Congresso, tornando a igreja cristã uma voz ativa nas decisões políticas do país. O mesmo se observa nas disputas presidenciais, onde mais de um representante evangélico protagoniza a disputa para o cargo pais importante do Brasil. 
Com informações: JM Notícia via Gospel+
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