segunda-feira, 22 de outubro de 2018

Possesso, jovem mata a mãe com tesoura: ‘Estava gargalhando’


"Ele estava transtornado. Ele estava gargalhando, como se nada tivesse acontecido"

Um jovem de 20 anos foi preso depois de matar a mãe a golpes de tesoura em Piraquara, na Região Metropolitana de Curitiba. Uma vizinha acionou a polícia ao ouvir os gritos da família e denunciar a violência doméstica. Agentes do Batalhão de Polícia de Guarda chegaram ao condomínio fechado, no bairro Santiago, e entraram na residência quando Eduardo Henrique dos Santos Lima tentava ferir o padrasto. Já preso, o agressor depôs que "ouviu vozes" na hora do ataque.
Ao ver a mulher ser atingida pelo rapaz, o padrasto, identificado apenas como Paulo, se escondeu no banheiro e trancou o cômodo aos gritos de "socorro".
Lima tentava arrombar a porta e já havia destruído metade da estrutura quando foi abordado pelos policiais. Como não cedeu à abordagem, o agressor foi imobilizado com a ajuda de uma arma de choque. Depois de salvar o senhor de 62 anos, os agentes ouviram dele que Nair Oliveira, de 49 anos, havia sido ferida.
Segundo o tenente Dré, membro do batalhão, Nair foi encontrada no quarto, deitada na cama, com ferimentos no pescoço. Havia bastante sangue no chão. Ela morreu no local. A polícia criminalística foi acionada e constatou que a arma do crime foi uma tesoura, não uma faca, como se imaginava. Segundo o policial, o agressor estava "transtornado" e chegou a gargalhar após o crime.
"Se a equipe leva dois minutos para chegar, ele teria cometido um duplo homicídio. A porta estava quase destruída. Ele estava transtornado. Ele estava gargalhando, como se nada tivesse acontecido. Só depois de um tempo ele falou que a ficha estava caindo. Não dá para descrever, era totalmente fora do normal", contou o tenente Dré.
Os policiais isolaram o local da morte para a perícia. A ocorrência foi registrada na 6ª Delegacia Regional de Piraquara. Segundo a Polícia Civil, Lima foi autuado por homicídio qualificado e tentativa de homicídio. Ele vai permanecer preso até audiência de custódia. 
Lima tinha uma passagem na polícia por posse de substâncias entorpecentes. Aos policiais, o agressor reconheceu que era usuário de drogas, mas relatou que estava limpo há um mês e não estava sob efeito no momento do crime. O tenente Dré conta que o estado psíquico do preso não era normal, mas ainda não há informações se foi resultado do uso de narcóticos ou de outro distúrbio mental.
Extra via Gospel Geral

Igreja é vandalizada durante passeata em apoio a Haddad em São Paulo

Um templo da Igreja Universal do Reino de Deus em São Paulo (SP) foi vandalizado por opositores ao candidato à presidência Jair Bolsonaro (PSL). Os termos "Estado laico" e "Ele não" foram pichados na parede de uma das filiais da denominação liderada pelo bispo Edir Macedo.
O episódio foi registrado no último sábado, 20 de outubro, na filial da Universal no bairro da Bela Vista. Um grupo de manifestantes fazia uma passeata em apoio a Fernando Haddad (PT) e alguns indivíduos decidiram pichar o templo, por volta das 19h00.
"Militantes de diversos partidos políticos, entre eles PSOL e PT, mostravam-se revoltados contra o candidato à Presidência da República Jair Bolsonaro (PSL) e, também, contra a Igreja Universal. Durante toda a mobilização, além das pichações nos muros da Igreja, os militantes proferiram, em voz alta, palavras de baixo calão contra o Bispo Edir Macedo", informou o siteoficial da denominação.
Coincidentemente, essa postura agressiva contra a Igreja Universal foi registrada após as declarações de Fernando Haddad sobre um suposto plano de Edir Macedo em transformar a Universal em "igreja oficial" do Brasil, e por isso, o líder neopentecostal teria declarado voto em Jair Bolsonaro.
O pastor Amenon Trento, responsável pelo templo, contou que acontecia uma reunião no momento da passeata,e os fiéis foram surpreendidos pelos palavrões contra a denominação e seu fundador: "Se exaltaram e subiram na grade da Igreja. Passaram a pichar os muros, de forma que tivemos que tomar providências rapidamente e fechar as portas para que as pessoas que participavam do culto não fossem prejudicadas ainda mais, pois já haviam sofrido abalo psicológico", explicou.
Fonte: Gospel+
Confira, no vídeo abaixo, uma parte dos manifestantes gritando palavras de ordem contra a Igreja Universal e o bispo Edir Macedo:
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Marina Silva declara apoio crítico a Fernando Haddad



Candidata da Rede à Presidência da República no primeiro turno, a ex-ministra Marina Silva informou nesta segunda-feira (22) que dará "voto crítico" ao candidato do PT, Fernando Haddad. Após o primeiro turno, a Rede Sustentabilidade já havia recomendado aos filiados que não votassem em Jair Bolsonaro (PSL).

Ao embasar seu apoio, Marina afirmou que votará em Haddad porque este "não prega a extinção dos direitos", nem a repressão aos movimentos. "A política democrática deve estar fortemente aliançada no respeito à Constituição e às instituições, exercida em um ambiente de cultura de paz e não violência", disse.
"Outro motivo importante para a definição e declaração de meu voto é a minha consciência cristã, valor central em minha vida. Muitos parecem esquecer, mas Jesus foi severo em palavras e duro em atitudes com os que têm dificuldade de entender o mandamento máximo do amor.", completou.

Críticas

Em texto divulgado pelas redes sociais, Marina ressaltou que a frente democrática e progressista defendida por Fernando Haddad não se mostrou capaz de inspirar uma aliança ou mesmo uma composição política. A ex-ministra destacou que alianças só são viáveis "em um ambiente de confiança em que, diante de inaceitáveis e inegáveis erros, a crítica é livre e a autocrítica é sincera."
"Mantém o jogo do faz de conta do desespero eleitoral, segue firme no universo do marketing, sem que o candidato inspire-se na gravidade do momento para virar a própria mesa, fazer uma autocrítica corajosa e tentar ser o eixo de uma alternativa democrática verdadeira", argumentou.
Por outro lado, Marina Silva criticou o projeto defendido por Jair Bolsonaro, que, segundo ela, "atenta contra o interesse da sociedade e o futuro do país", além de promover "a incitação sistemática ao ódio, à violência, à discriminação".
"[Há] risco imediato para três princípios fundamentais da minha prática política: primeiro, promete desmontar a estrutura de proteção ambiental conquistada ao longo de décadas, por gerações de ambientalistas, fazendo uso de argumentos grotescos, tecnicamente insustentáveis e desinformados. Chega ao absurdo de anunciar a incorporação do Ministério do Meio Ambiente ao Ministério da Agricultura", afirmou. "É melhor prevenir. Crimes de lesa-humanidade não têm como se possa reparar", completou.

Oposição democrática

Apesar de criticar os dois candidatos e assegurar que se manterá em "oposição, independentemente de quem seja o próximo presidente do Brasil", Marina disse que seu posicionamento é "simbólico", já que obteve votação inexpressiva no primeiro turno da eleição presidencial.
"Cada um de nós tem, em sua consciência, os valores que definem seu voto. Sei que, com apenas 1% de votação no primeiro turno, a importância de minha manifestação, numa lógica eleitoral restrita, é puramente simbólica. Mas é meu dever ético e político fazê-la", afirmou.
"Darei um voto crítico e farei oposição democrática a uma pessoa que, 'pelo menos', e ainda bem, não prega a extinção dos direitos dos índios, a discriminação das minorias, a repressão aos movimentos, o aviltamento ainda maior das mulheres, negros e pobres, o fim da base legal e das estruturas da proteção ambiental, que é o professor Fernando Haddad", concluiu.

Haddad

Após a divulgação do apoio deMarina, o presidenciável Fernando Haddad usou o Twitter para agradecer à ex-adversária.
"O voto de Marina Silva me honra por tudo que ela representa e pelas causas que defende. Nossa convivência como ministros foi extremamente produtiva e até hoje compartilhamos amizades de brasileiros devotados à causa pública. Esse reencontro democrático me enche de orgulho", afirmou Haddad.

Governo Trump quer eliminar ideologia de gênero dos EUA


A proposta é retirar o termo transgênero da lei federal para eliminar todas as leis especiais, destinadas a este grupo, nos EUA.


O governo de Donald Trump está tentando acabar definitivamente com a ideologia de gênero nos Estados e para isso, pretende retirar o termo oficial de "transgênero" de sua lei federal, alterando a definição de gênero para uma de uma condição biológica determinada no nascimento como masculina ou feminina.

A medida deve acabar também com as leis especiais, como retirada de documentos com o 'nome social' e também a política de banheiros transgêneros em locais públicos e estabelecimentos, como lojas e supermercados, além do tratamento para 'transição de gênero', que envolve a administração de bloqueadores de puberdade em adolescentes.

De acordo com um memorando obtido pelo The New York Times, o Departamento de Saúde e Serviços Humanos (HHS) está liderando um esforço para estabelecer uma definição legal de sexo sob o Título IX, a lei federal de direitos civis que proíbe a discriminação com base no sexo.

Sob ela, a designação de gênero de uma pessoa não poderia ser alterada, uma vez que ela foi definida pelos genitais com os quais uma pessoa nasceu.

Sob o governo Obama, o conceito legal de gênero foi afrouxado por meio de uma série de decisões, reconhecendo o gênero como uma escolha individual e não uma determinada ao nascimento.

Na época, a política de Obama levou a desafios legais referentes a banheiros, dormitórios, programas para pessoas do mesmo sexo e outras áreas em que o gênero já havia sido identificado como masculino ou feminino.

O jornal norte-americano informou que uma porta-voz do Departamento de Saúde e Serviços Humanos dos EUA (HHS) se recusou a comentar o que ela chamou de "documentos supostamente vazados". Mas autoridades do Departamento disseram que estavam seguindo uma decisão de um juiz distrital do Texas como guia para a política de transgêneros.

Em 2016, o juiz Reed O'Connor decidiu contestar uma disposição da Lei de Cuidados Acessíveis, que proibia a discriminação com base em raça, cor, sexo e outras características. Ele escreveu que "o Congresso não via necessidade de incluir o termo 'identidade de gênero' como algo que interfira na identidade sexual 'sexo'.

"A ordem judicial continua em pleno vigor e efeito hoje e o HHS está cumprindo a medida que continuamos a analisar a questão", disse Roger Severino, diretor do Escritório de Direitos Civis do HHS, em um comunicado.

Mas o artigo destaca que outras decisões judiciais favoreceram a posição do governo Obama. Essa foi uma das razões para a mudança para uma nova definição padrão pelo HHS. O memorando do departamento diz que a falta de uma definição independente "permitiu que a administração e os tribunais de Obama aproveitassem essa circunstância para incluir a identidade de gênero e a orientação sexual em uma multiplicidade de agências e sob uma infinidade de leis, que por sua vez. levou à confusão e consequências políticas negativas na saúde, educação e outros contextos federais".

O HHS também pediu às principais agências federais que adotem esta definição de gênero, de modo que será a mesmo em vários regulamentos governamentais, o que aumentaria a probabilidade de que os tribunais a aceitassem.

Fonte: Guiame

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