sábado, 16 de março de 2019

Apóstolo Estevam celebra 41 anos casado com bispa Sônia


Casal é líder da Igreja Renascer e comemora as Bodas de Seda

Neste sábado (16), a bispa Sônia Hernandes e o apóstolo Estevam comemoram 41 anos de casados. Os líderes da Igreja Renascer fizeram declarações de amor nas redes sociais em celebração às Bodas de Seda.
Nesta sexta-feira, o casal agradeceu a Deus pela união e pela família durante a comemoração do aniversário do apóstolo Estevam. A celebração foi adiantada para coincidir com o aniversário do neto.
Ele é o amor da minha vida! Simplesmente não sei viver sem ele, e nem quero aprender! Ele faz meus olhos brilharem, me acolhe com sua sabedoria numa serenidade, bom humor, Luz, Força, Poesia, Integridade que me sinto a mulher mais feliz e abençoada de todos os tempos! – declarou a bispa Sônia.
Bispa Sônia faz declaração ao marido Foto: Reprodução
No ano passado, o casal realizou um culto de agradecimento pelas Bodas de Diamante. A cerimônia foi celebrada pela filha do casal, a bispa Fernanda Hernandes.
Esse foi um dia sonhado por Deus a 40 anos atrás, quando uniu Estevam e Sônia. Eu sou grata por ser fruto desse lindo amor! Parabéns! Amamos vocês – afirmou a celebrante, na ocasião.
Fonte: Pleno News

Bolsonaro confirma participação na Marcha para Jesus, diz apóstolo

Líderes evangélicos estiveram no Planalto nesta quinta e chamaram Bolsonaro para evento em SP

O presidente Jair Bolsonaro recebeu líderes evangélicos nesta quinta-feira (14), no Palácio do Planalto. Querem que ele seja o primeiro presidente a ir à Marcha para Jesus, o maior evento evangélico do Brasil.
E ele topou, segundo o apóstolo César Augusto, um dos presentes na reunião. "Mostra o carinho que ele tem, o respeito que ele tem aos evangélicos."
Do apóstolo Estevam Hernandes, o mesmo que a meses da eleição disse que Bolsonaro precisava pregar mais "amor e tolerância" se quisesse conquistar os evangélicos, ele ganhou uma camisa da Marcha para Jesus. O ato é organizado em São Paulo todo feriado de Corpus Christi, que neste ano será em 20 de junho, pela Renascer em Cristo, a igreja de Hernandes.
O apóstolo compartilhou em suas redes sociais uma foto com Bolsonaro vestindo o presente sobre sua camisa social. Também no retrato saíram o apóstolo César Augusto, da Igreja Apostólica Fonte da Vida, e o deputado Major Vitor Hugo, líder do governo na Câmara.

A legenda menciona o "momento de oração pela nação" que ofereceram ao presidente e diz: "Jesus resgatador, feliz a nação cujo Deus é o Senhor".

Eles também tentam convencer Bolsonaro a ir em outra Marcha, esta em Goiás, marcada para semanas antes. Essa resposta ele ficou devendo, segundo Augusto.

Fonte: JM Notícia

AD Curitiba realiza a 57ª Escola Bíblia de Obreiros


Referência para a Região Sul do Brasil a Escola Bíblica de Obreiros (EBO) de Curitiba  está completando 57. O evento aconteceu entre os dias 01 a 06 de março de 2019.

Os pastores convidados para esta edição foram os Pastores Juan Carlos Escobar (ES) - Pentecostalismo, José Lopes (EUA) Homilética, Ciro Sanches Zibordi (RJ) - Hermenêutica,  Paulo Locatelli  (RS) - Missões, Elienai Cabral (PR) Crescimento da Igreja e Antonio Siqueira (PR) O Lar Cristão Enfoque no Obreiro.

A importância da Escola Bíblica de Obreiros de Curitiba para as AD’s do Paraná é indiscutível, pois ao longo desses 57 anos tem sido responsável pelo aperfeiçoamento ministerial de grande parte dos obreiros.

Criada pelo saudoso pastor José Pimentel de Carvalho, a AD em Curitiba, hoje presidida pelo pastor Wagner Tadeu dos Santos Gaby, está sob a coordenação geral do Pastor Ariel da Silveira.

Diversos obreiros de vários lugares do Brasil estiveram participando, com destaque para a caravana da Cidade de Campo Mourão (PR) 1º lugar, Gramado (RS), 2º lugar, Blumenau (SC), 3º lugar, Morretes (PR) 4º lugar, e Cidade Gaúcha (PR) com o 5º lugar.

As Congregações da capital também fizeram a sua parte e colocação ficou assim, Templo Sede (menção honrosa), Jardim Cruzeiro do Sul, 1º lugar, Capão Raso, 2º lugar, Bairro Alto, 3º lugar, Fazendinha 4º lugar e finalmente a Congregação de Moradias Paraná alcançando o 5º lugar.

Em todos os dias houve uma sala especial para atender a todas as crianças, para que os pais estivessem despreocupas e atentos as aulas. O departamento Infantil (UIADC), tem a coordenação geral da irmã Regiane Ponciano.

Em 1962, a Escola foi estruturada, tornando-se referência para todo o Estado do Paraná e Brasil. Neste formato, após cinco anos de participação os alunos devidamente matriculados, recebem o certificado de conclusão do ensino básico em Teologia.

Foram seis dias de ensinamento super intensivo, com aulas de manhã, tarde e noite, para os 1322 alunos inscritos, além de outros ouvintes, totalizando uma média de frequência de 1500 participantes, vindos de diversas cidades, e de outras denominações.

Muito aprendizado, despertamento e comunhão marcaram essa 57ª edição da EBO 2019. No dia 06/03, realizou-se a cerimônia de formatura de 95 alunos que concluíram os cinco anos de participação na Escola Bíblica de Obreiros em Curitiba, a turma recebeu o nome de Bereanos.

O evento de formatura contou com a presença de uma comitiva de Pastores da CGADB além do seu presidente Pastor José Wellington da Costa Junior. O pastor Percy Fontoura atual presidente da Convenção Estadual (CIEADEP), também fez parte da mesa diretora para a entrega dos certificados. A CPAD filial Curitiba através de sua gerente a irmã Madalena Pimentel, esteve presente todos os dias no evento, dando suporte e orientação a todos alunos.

Em sua fala, o pastor Wagner Gaby, falou sobre a importância do estudo da Palavra de Deus de forma sistemática, pois o obreiro aprovado com excelência prega melhor, ensina e aplica-a com sabedoria.

Nossa palavra de gratidão a todos os participantes e colaboradores desta 57ª edição da EBO. A Deus seja a glória.
  
Texto e fotos de Ulisses Camargo


sexta-feira, 15 de março de 2019

Massacre em Suzano: até onde jogos violentos podem influenciar a mente humana?


Autoridades políticas, pastores e psicólogos alertaram famílias sobre o perigo dos jogos violentos sobre os jovens, adolescentes e crianças.


O ataque que causou 10 mortes e deixou cerca de 17 feridos na última quarta-feira (13), na escola estadual Professor Raul Brasil, em Suzano (SP), tem reacendido um debate sobre a influência dos jogos violentos sobre crianças, adolescentes, jovens e até adultos. Além disso, o ambiente familiar no qual os jovens foram criados também tem entrado em questão.

Um adolescente de 17 anos e um jovem de 25 entraram na escola, armados, encapuzados, vestindo roupas pretas e um deles usava até uma máscara de caveira, como o de um dos personagens de um dos jogos. Após matarem alunos e funcionários da escola e ferirem diversos outros, um dos assassinos matou seu parceiro e depois cometeu suicídio.

Em resposta a questionamentos sobre o caso no mesmo dia do ataque, o vice-presidente da República, Hamilton Mourão, destacou sua preocupação com o fato de os jogos violentos terem se tornado um vício para os jovens.

"Estou muito triste com essa situação. Temos que entender o porquê de isso estar acontecendo. Essas coisas não aconteciam no Brasil. Na minha opinião (...) vemos essa garotada viciada em videogames (...) videogames violentos. Tenho netos e os vejo muitas vezes mergulhados nisso aí. Quando eu era criança, jogava bola, soltava pipa. A gente não vê mais essas coisas. Lamento profundamente tudo o que ocorreu", disse o vice, ao ser entrevistado no Palácio do Planalto.

Mourão também destacou o problema que é a ausência dos pais na criação dos filhos, muitas vezes causada pela intensa rotina de trabalho e apontou a necessidade de mais escolas em tempo integral.

"Os pais e mães são obrigados a trabalhar por exigência da sociedade moderna, nos faltam escolas em tempo integral (...) Eu tive oportunidade de, na minha adolescência, morar dois anos nos Estados Unidos, na década de 1960. A aula era das 9 às 15h, almoçava no colégio, tinha educação física, uma porção de coisa", complementou.

O massacre de Suzano pergunta novamente se a violência das telas pode se tornar uma realidade nas nossas escolas. A convivência intensa e constante com ilusões virtuais, pode se tornar a ponte por onde ela chega ao mundo real.

Games e satanismo

A influência dos jogos sobre jovens e adolescentes também foi colocada em questão pelo pastor e escritor Ubirajara Crespo, como algo que vai além do psicológico, mas também passa pelo âmbito espiritual.

"Os super heróis fazem crianças ainda em formação misturar heroísmo com a violência e morte. Nossos animais de estimação parecem encarnar mais profundamente o antigo conceito do que é um ser humano", afirmou o pastor em um post na redes sociais.

"Será que teremos de colocar coleiras em nossos filhos? Acho melhor deixá-los sob um sistema de liberdade vigiada. Do ponto de vista bíblico, o diabo odeia a humanidade e quer acabar com todas as nossas semelhanças com Deus", acrescentou.

De fato, na contracapa de um de seus cadernos, Guilherme (um dos assassinos) escreveu: "Quando caminhando em território aberto, Não aborreça ninguém. Se alguém lhe aborrecer, peça-o para parar. Se ele não parar, Destrua-o".

Segundo o adolescente, o trecho por ele citado teria como fonte a "bíblia satânica".

Caderno do adolescente Guilherme tinha citação da "bíblia satânica". (Foto:Talita Marchao/UOL)


Junção de fatores
Segundo a psicóloga especializada em Direitos Humanos, Marisa Lobo, a violência pode ser resultado de diversos tipos de experiência do indivíduo.

"O Ser humano tem a bondade e a maldade dentro de si que são alimentados e cultivados pelo meio ambiente, para alguns uma vida dura, um bullying sofrido, traumas por exemplo pode se tornar um combustível para resiliência, para o sucesso positivo, mas para outros combustível para tragédia como a que aconteceu em Suzano e em outras parecidas pelo mundo", explicou Marisa, falando com exclusividade para o Guiame.

A psicóloga destacou que, dependendo da estrutura psicológica do indivíduo, como por exemplo em alguém afetado por algum tipo de fanatismo, tanto o excesso de jogos como filmes violentos, podem ter um efeito devastador.

"O fanatismo é cego e faz de você um alienado massa de manobra, você vive para realizar o que esse fanatismo te induz. Com Jogos e filmes de séries por exemplo é a mesma coisa, eles são capazes de mudar até mesmo sua comunicação cerebral e te levar a um surto a ponto de não saber o que é realidade ou ficção. É um vício que pode ser identificado e deve ser tratado.  Uma pessoa viciada em jogos de conteúdo mortal violenta pode e vai influenciar muitos humanos. A diferença é que a maioria fica na internet, tem ainda um controle mental que os impede de partir para realidade, mas alguns vão fazer essa confusão fatal e em um surto esquizofrênico podem fazer do mundo virtual sua realidade”, alertou.

Marisa também destacou que o efeito dos jogos pode ser potencializado, quando se alinha com outros fatores, como bullying e outros tipos de abusos.

"O meio pode desencadear esse desejo de vingança, por exemplo crianças que sofrem bullying podem acumular sentimentos de raiva e vingança, podem se tornar adultos violentos, mas é apenas um fator dentre tanto outros que podem estar correlacionados, como família desajustadas, violência doméstica, violência sexual, uso de drogas e a preexistência de um transtorno psicológico. Todos eles podem resultar em um surto, que nesse caso foi desencadeado por extrema exposição a um mundo virtual violento", explicou.

"Neurônios-espelho""

Já a psicóloga e terapeuta familiar, Lia Honório, também em entrevista exclusiva ao Guiame, chamou a atenção para a reação que a mente humana pode ter à exposição excessiva a um contexto como o de jogos violentos.

"A neurologia nos ajuda a entender o quanto essa ligação é direta. Os neurocientistas descobriram recentemente a existência dos neurônios espelho. Então, o nosso cérebro tem células especializadas em copiar comportamentos alheios. Então, é por isso que se um ser humano for criado em meio a animais, não desenvolve comportamento humano, da mesma forma que nós humanos copiamos outros humanos. Desde muito cedo, ainda bebê, o ser humano está pronto a copiar o comportamento dos pais ou de alguém que esteja pronto a cuidar dele", afirmou.

Continuando sua linha de raciocínio, a psicóloga fez menção a um experimento científico que o neurologista, neuropsiquiatra e autor, Richard Restak, expõe em seu livro "Seu Cérebro Nunca Envelhece". O experimento mostrou que pessoas viam alguém fazendo qualquer ato tinham ativadas em suas mentes as mesmas áreas que eram ativadas quando elas mesmas praticavam aquele ato.

"Quando você assiste pessoas tendo determinado comportamento, você ativa as mesmas áreas do cérebro que são ativadas como se você estivesse fazendo aquilo. Então, de certa forma, quando você se envolve com jogos violentos, você ativa o seu cérebro como se você estivesse de fato sendo violento", alertou.

Contágio emocional e o papel da família
Lia também lembrou que um fator conhecido como contágio emocional pode ajudar a explicar parte da influência da violência na ficção sobre a mente humana.

"Um psicólogo chamado Steven Stosny foi o primeiro a falar em contágio emocional, afirmando o seguinte: 'A raiva e o ressentimento são as mais contagiosas de todas as emoções. Se estiver perto de uma pessoa ressentida ou furiosa, você mesmo vai ficar ressentido ou furioso'. A violência está muito atrelada a comportamentos de raiva. Então, é muito natural que isso seja contagioso, repercutido, que isso se torne um ato de repetição", destacou.

A psicóloga destacou que ao considerar o fator do contágio emocional, a família tem um papel importante na prevenção dos efeitos da exposição do jovens à violência em jogos e filmes.

"Se eu me envolvo em um contágio emocional de sentimentos negativos, como raiva, originados de violência ou coisas do tipo, ativo determinadas áreas do meu cérebro e me simulo em situações como esta. Agora, se no meu ambiente familiar também tenho um contraponto, se também sou contagiada por sentimentos de amor, pertencimento, afeto concreto, consistente, o meu cérebro também vivencia a simulação de outros comportamentos, que eu também tendo a imitar", explicou.

"Então, se um adolescente não faz parte de um lar onde há um contraponto a esse contágio emocional negativo, ele vai ter uma vulnerabilidade maior em relação a esse comportamento. De toda forma, o quanto mais os pais puderem evitar o contato de seus filhos com esses jogos, mais benefícios esse adolescente vai ter, porque eles vão precisar lidar menos com o contágio emocional negativo", finalizou.

Fonte: Guiame
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