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Celina Albuquerque |
Logo ao amanhecer, a irmã Nazaré apressou-se a ir à casa de José Batista de Carvalho, na av. São Jerônimo, 224, levando consigo a boa nova de que a irmã Celina recebera a promessa conforme a Palavra de Deus. Na casa de José Batista estavam reunidas várias pessoas, entre elas Manoel Maria Rodrigues, diácono da Igreja Batista. Ele declarou mais tarde: “Foi nesse momento que ouvi falar e cri no batismo com o Espírito Santo”.
Maria de Nazaré, no dia seguinte, teve a mesma experiência: era batizada com o Espírito Santo.
Imediatamente, todos os membros da igreja tiveram conhecimento do fato e algumas pessoas resolveram ir à casa de Celina, a fim de averiguarem pessoalmente o que estava acontecendo. Entre os interessados estavam os irmãos José Plácido da Costa, diácono e superintendente da Escola Dominical; Antônio Marcondes Garcia e esposa; Antônio Rodrigues e Raimundo Nobre, seminaristas.
Os dois missionários não silenciaram, continuando a pregar a Palavra de Deus. Realizavam reuniões de oração onde moravam, local agora muito visitado pelos membros da igreja. O clima naquela pequena comunidade evangélica era de tensão. Formaram-se dois grupos: o daqueles que aceitavam a doutrina pregada pelos missionários e se mantinham firmes nas suas opiniões e o grupo daqueles que rejeitavam a doutrina do batismo com o Espírito Santo e não se conformavam com a presença dos missionários no seio da igreja.
Em que pese durante todo o mês de Junho as Assembleias de Deus no Brasil comemorarem o seu centenário de fundação, exatamente hoje, se comemora o fato que gerou a fundação da denominação, ou seja, a primeira experiência do batismo com o Espírito Santo, registrada pela história no Brasil.
A paz do Senhor, caro pastor Carlos Roberto!
ResponderExcluirQuero pedir licença para pegar emprestado este texto para publicar em meu blog!
Deus abençoe
Abraço
Olá editor do Batalhando pela fé, tenha total liberdade para copiar e publicar.
ResponderExcluirGrato pela visita.
Graça e Paz Pr. Carlos,
ResponderExcluirUma curiosidade para compartilhar: fico imaginando, o seguinte: a casa da irmã Celina, na Siqueira Mendes, onde os fatos narrados aconteceram, fica distante um quarteirão e meio da Catedral Metropolitana de Belém (Arquidiocese de Belém), só naquela região, Bairro da Cidade Velha (o antigo, não o expandido que existe hoje), existem três outras Igrejas Católicas (Igreja de São João e a Igreja do Carmo).
As ruas do Bairro da Cidade Velha, onde fica a casa de Celina são bem apertadas, as casas são bem coladinhas, deve ter sido um acontecimento e tanto, que se espalhou rapidamente por ali, fico imaginando como os Padres devem ter recebido esta notícia.
Parabéns pelo post, aniversário é isto relembrar a trajetória. Preparemos o fígado (entendam como quiser), pois as festividades estão chegando, não esquecendo de redobrar a oração, pois precisaremos.
Fica na Paz.
Caro Fábio José Lima,
ResponderExcluirGraça e paz!
Grato por seu excelente comentário, o qual agregou valores à este singelo post.
Quanto a oração, concordo plenamente com o amado. Precisamos muito, afinal de contas, não sabemos o vulto que as coisas tomarão durante as comemorações do Centenário da nossa querida AD.
Um grande abraço!
Seu conservo,
Pr. Carlos Roberto
Querido Pastor Carlos, a paz do Senhor
ResponderExcluirDeus lhe abençoe
Sem querer ofender os meus irmãos do sexo masculino, o Senhor Jesus confirmou a pregaçao dos missionarios batizando duas mulheres com o Espîrito Santo, aleluia!
No NT tambem duas mulheres tiveram experiencia com o Amigo, antes mesmo do dia de Pentecostes.
Eu amo Jesus que nao discriminou as mulheres!
Um abraço
a conserva e mae de oracao
(Diretamente da Guiana Francesa)
Pr. Carlos Roberto.
ResponderExcluirAntes da AD, em 1910, os nossos co-irmãos pentecostais da Congregação Cristã no Brasil colocaram as mãos no arado em terras brasileiras.
Embora a CCB de hoje seja tão separatista, nos primórdios não foi assim. Na biografia de Vingren (ou seria a de Berg?), publicados pela CPAD, existe o relato em que um dos fundadores da AD encontra-se com Louis Francescon, fundador da CCB.
Segundo relatos que contam a história daquela denominação, onze pessoas converteram-se a Cristo foram batizadas em águas e no Espírito no dia 18 de abril de 1910 no Paraná, em culto ministrado por Francescon.
Mas, apesar disso, sem dúvida é motivo para celebrar. Na história assembleiana, a irmã Celina de Albuquerque foi privilegiada em ser a primeira brasileira a ser batizada em nossa denominação.
Abraço.
Excelente companheiro Carlos...
ResponderExcluirHá Assembleianos que nao sabem de disso.