

União de Mocidade da Assembléia de Deus de Cubatão.
Preletor: Pr. Josias de Almeida Silva
Louvor: Quarteto Adoração - Uberaba-MG e Ev. Clayton
29 de Junho de 2009
Centro Esportivo Humberto de Alencar Castelo Branco







Michael Jackson, o rei do pop, morreu aos 50 anos nesta quinta-feira.
A informação foi divulgada por diversos meios de comunicação dos Estados Unidos, mas ainda não foi confirmada oficialmente.
O músico sofreu uma parada cardíaca em sua casa em Los Angeles, e foi levado às pressas para o hospital UCLA Medical Center por volta do meio-dia (hora local).
Fonte: IG
"E, como aos homens está ordenado morrerem uma vez, vindo depois disso o juízo."
Hebereus 9: 27
“13º SIMCEC”
A COMADESPE realizará através do Conselho de Educação e Cultura, o 13º SIMCEC no próximo dia 27 de junho do corrente a partir das 14h, na Igreja Evangélica Assembléia de Deus - Ministério de Parelheiros – São Paulo / SP, presidida pelo Pr. Edilson Ferreira dos Santos.
Convidamos a todos à participarem.
Em anexo, Cartaz com o endereço e a programação do evento......
"Apóiem divulgando e participando"
Pr. JOSÉ EZEQUIEL DA SILVA
Presidente
Pelo Conselho
Pr. Domingos Dias Ferreira
Pr. Aldemário Alves Brandão
Pr. Jorge de Souza Antunes
Pr. Francisco Damião Leite da Silva
Pr. Edi Marcos Vinagre de Lima
Esta postagem é uma homenagem ao amigo Rev. José Carlos Bertoni, pastor da Igreja Presbiteriana de Cubatão, e também uma maneira de colocar à disposição dos leitores deste singelo blog, acesso à sua TESE DE MESTRADO na Universidade Presbiteriana Mackenzie - 2008, a qual traz informações preciosas àqueles que se interessam por tão importante assunto.RESUMO
BERTONI, José Carlos – Da legislação à prática docente: o ensino religioso nas escolas municipais de Santos. Dissertação (Mestrado). Universidade Presbiteriana Mackenzie. São Paulo, 2008.
O presente estudo descritivo, acrítico, de natureza qualitativa desenvolvido no ano de 2007 teve como objetivo identificar e analisar como os professores de Ensino Religioso do Ensino fundamental das Escolas Municipais de Santos traduzem na sua prática docente a Legislação, as Políticas Educacionais da Rede de Santos, o Plano de Curso e sua própria formação básica e continuada.
Teve como objetivo específico analisar a legislação, a concepção de Ensino Religioso, a capacitação e formação de professores e a descrição das expectativas e práticas dos mesmos.
O estudo fez alguns recortes na proposta investigativa do projeto para poder aprofundar as análises, uma vez que a legislação educacional do município de Santos determina no Artigo 2º que: “No Ensino Fundamental as aulas de Ensino Religioso serão ministradas, do 1º ao 5º ano, pelo professor regente da classe e, do 6º ao 9º ano, pelo regente da disciplina”. Logo, fez-se pesquisa qualitativa com professores do Ensino Fundamental I, do 1º ao 5º ano.
Fez-se observações não-participante de dez encontros de formação continuada promovidos no ano de 2007 pelo Setor de Formação (SEFORM) do Departamento Pedagógico (DEPED) da Prefeitura Municipal de Santos. Da mesma forma observou-se e registrou-se por meio de vídeo e fotos as aulas de dez professores. Deste grupo, selecionou-se uma professora do 3º ano para análise de duas aulas sobre símbolos religiosos.
Os pressupostos teóricos desta pesquisa transitam por dois eixos:
O eixo da Formação de Professores dentro das contribuições teóricas de Dewey (1959), Schön (1995, 2000), Zeichner (1992, 1993, 1995, 2003), Demo (1996, 2008), Stenhouse e Elliott (2003), Alarcão (1996, 2007), L. S. Shulmann (2004), Mizukami e Reali (2002, 2005) e Paulo Freire (1974, 1979, 2005).
O eixo do Ensino Religioso com enfoque na fenomenologia que estuda o sentido das expressões religiosas no seu contexto específico e sua significação para o ser humano nas contribuições de Rudolf Otto (1992), Mircea Eliade (1992, 1998), nos Parâmetros Curriculares Nacionais elaborados pelo Fórum Nacional Permanente do Ensino Religioso – FONAPER (1998, 2000) e nas obras de Junqueira (2002, 2007), Figueiredo (1995) e Oliveira (2007).
Palavras-chave: Educação. Ensino Religioso. Legislação de Ensino. Formação de Professores. Laicidade.
Conheça o texto completo:
Clique aqui: http://mx.mackenzie.com.br/
Contato com o Rev. José Carlos Bertoni
Email: josecarlosbertoni@gmail.com

PRISIONEIRO DE SI MESMO
TENTANDO TIRAR O CORPO FORA
“O BOM ESCRAVO É O PIOR SENHOR”
A matéria exibida no “Fantástico” do dia 07 de junho de 2009 sobre o estado de dependência alcoólica do ex-jogador Marinho Peres expôs de forma incontestável os prejuízos causados pela entrega do ser humano aos vícios e às drogas. Para mim, foi deprimente ver as imagens de alguém que um dia foi considerado “Símbolo Sexual” em estado tão deplorável. Resolvi então, diante das declarações dele, estudar um pouco mais a questão, até porque ao assumir ser “escravo” e de debitar a culpa na “bebida”, sob o ponto de vista da lógica ele cometeu um erro fatal que todo viciado comete. Todos, sem exceção, imputam seu estado de escravidão a algo que os prende de maneira que ao tentarem se libertar surge os efeitos colaterais que a psicologia identifica com o nome de “crise de abstinência”. Não vou aqui enfrentar estes profissionais nem os que tratam diretamente do assunto, vou apenas apresentar a minha posição, fundamentado na entrevista concedida pelo jogador citado na matéria.
ESCRAVO, deriva do latim “sclavu”; Que está sujeito a um senhor, como propriedade dele; Que está inteiramente sujeito a outrem, ou a alguma coisa.
Os críticos da escravidão afirmam que ela não é a condição natural dos homens, mas que ela é contrária ao caráter porque todos os homens são “livres por natureza”, e a “escravidão”, como instituição, foi introduzida em virtude da lei do mais forte e não encontra justificação se não na pura violência. Esta forma de escravidão acima vem de séculos, desde a descoberta do Brasil. É preciso, portanto, encontrar uma justificação “racional” da escravidão que não se fundamente só no uso da força. Desta exigência nasce a famosa distinção entre “escravo por lei” e por “escravo por natureza”.
O argumento usado pelo jogador mostra uma forma prática e simplória de delegar a outro fato a razão de ele estar passando por uma situação tão constrangedora. Ao afirmar que “a bebida” o escravizou ele estava se safando da responsabilidade, pois até onde sei nenhum copo, garrafa ou taça de bebida obriga ninguém a ingeri-las. Querer imputar a culpa à “dependência alcoólica” demonstra uma fuga ao não querer chamar para si a responsabilidade pela sua situação. Até onde sei quem escraviza alguém é apenas o “ser humano” e não vou tratar disto agora, bebida não escraviza, ela é sim uma invenção do homem que deixou-se “DOMINAR” por ela e agora, como num conto de fadas quer jogar sobre ela toda a culpa por seus erros.
O ébrio só é ébrio por que quis, ninguém impõe a outro tal condição. A opção por se transformar num pinguço é individual, é uma decisão unilateral. É o obvio, se eu bebo não será você que ficara de pileque, não será você que se sujeitará aos vexames da falta de sobriedade. Portanto, só aqui já fica evidente que não é a “bebida” e sim o camarada que é responsável direto pelas conseqüências do consumo de bebida. Os efeitos do álcool são inquestionáveis, no entanto não podemos impor a ele a responsabilidade pelo ato de uma pessoa, ao ingeri-lo, perder o controle de suas emoções, isto seria irracional. O interessante é que tem gente que tem sempre uma desculpa na ponta da língua e uma que eu ouvi me chamou a atenção: “É uma para esquecer, e outra para rebater”!
Vou propor um exercício simples. Pegue um “gambá”, prenda-o e dê a ele apenas “cachaça” para beber durante um período. Depois, substitua a “aguardente” por “água pura” e veja o que acontece. Com certeza absoluta ele não irá ter uma crise de “abstinência” por terem lhe tirado o seu líquido predileto. Isto mostra que o homem, na sua vontade em se eximir de culpa, procura dar a sua condição uma situação de escravização à sua falta de vontade e de coragem para se livrar do consumo de bebida. A psicologia afirma que o sujeito é “ESCRAVO” e ele, por comodidade prefere aceitar o rótulo a criar coragem para se livrar do peso que carrega sobre os ombros.
A sociedade é bombardeada diariamente por intensas campanhas publicitárias, visando aumentar o número dos consumidores de bebidas alcoólicas. É a “Numero 1”; É a que “Desce Redondo”; É a “Loira”; É a “Grande”... Os comerciais veiculados na TV, transmitem uma idéia de “sucesso”, pregam que serão felizes nos relacionamentos amorosos, interpessoais e vitoriosos nas práticas esportivas, entre outras “inverdades”. É notório o êxito das campanhas promovidas pelos produtores de bebidas; O crescimento dos consumidores é vertiginoso, inclusive, entre os adolescentes e jovens.
O álcool infelizmente é uma “droga lícita” dotada de grande poder destrutivo, os males produzidos pelo seu consumo englobam, desde a deterioração da saúde à “destruição da personalidade” e dignidade do homem. Mas, nem mesmo isto, e o que vemos todos os dias mexem com os brios das autoridades no caminho de dar um basta a tudo isto. Pela constatação dos resultados negativos da ingestão de bebida alcoólica, conclui-se que é uma idéia concebida pelo diabo, a fim de aprisionar o homem ao pecado, destruindo-lhe a dignidade e o amor próprio.
Lembro ao jogador Marinho Peres que seu problema é como o de todos os que degustam a caninha. O beberrão toma as suas por vários motivos e por conta própria, mas na maioria dos casos por inquietação ou angústia. O lado bom do alcoólatra, se é que tem alguma coisa boa nesta história, é que quando ele se arrepende de algo dito ou feito, coloca, sem problema algum, a culpa na “bebida”. Tornando mais claro, o “álcool” na verdade, é tanto o “escape” quanto a “desculpa”.
Fato é que na matéria ficou evidente a posição de todos os que enveredam pelo caminho da bebida quando assumem serem “escravos” querendo desta forma se esquivar da culpa e das conseqüências de seus atos.
“Se não soubermos dominar uma garrafa jamais dominaremos a nós mesmos”
Carlos Roberto Martins de Souza
"Se, pois, o Filho vos libertar, verdadeiramente, sereis livres." João 8: 36





Sou consciente que a Igreja de Jesus Cristo não consiste em placa denominacional, nenhuma delas incluindo a que pertenço, no entanto, por tudo que vi, ouvi e vivi nesses 49 anos de vida, tenho a convicção de que, parte da Igreja edificada por Jesus e que o inferno não prevalecerá contra ela, está dentro da ASSEMBLÉIA DE DEUS.
Creio que todas as Igrejas pentecostais brasileiras, incluindo as neopentecostais, participam dessa festa, afinal, quem não é assembleiano, ja foi, ou corre o risco de ainda ser! rsrsrs.
Acredito que:
DEUS É AMOR,CRISTO É A RESPOSTA, que toda igreja é uma CASA DA BENÇÃO, que todos temos VIDA NOVA, ou precisam de NOVA VIDA, que todos os homens precisam RENASCER EM CRISTO, que todos precisam da GRAÇA DE DEUS, que todos queremos ver O BRASIL PARA CRISTO, que todos pedimos ao Senhor SARA A NOSSA TERRA, que muitos biblistas conceituados estão na METODISTA, na PRESBITERIANA e na BATISTA, porém, quando Jesus voltar, todos os da IGREJA UNIVERSAL, que creem no PODER DE DEUS, quando ouvirem o soar da trombeta se reunirão em uma grande,:
ASSEMBLÉIA DE DEUS!!!
Ops. O blog é pequeno, não dava mesmo para colocar todas!!!
Desculpem a brincadeira sectarista, vale só hoje, e também só para descontrair!
Parabéns!



DIREITO HETEROSSEXUAL
TJ-RJ afirma ter o heterossexual direito a entender que a homossexualidade é um desvio de comportamento, uma doença
O Tribunal de Justiça do Estado do Rio de Janeiro ao julgar uma apelação em Ação Popular contra o Estado do Rio de Janeiro, no ano de 2002, com intuito de anular o repasse de recursos que financiava a “VII Parada de Orgulho Gay” em 30/06/2002, no então governo da Sra. Benedita da Silva, decidiu ser legitima manifestação pública contra o incentivo a homossexualidade.
A Justiça decidiu entre outras coisas em 01/04/2009, que é legítimo aos cidadãos heterossexuais, o direito de expressarem o seu pensamento a luz dos valores morais, éticos e religiosos, no que diz respeito a entender ser a homossexualidade um desvio de conduta, uma doença, algo que cause mal à sociedade humana, devendo tal comportamento ser reprimido e não apoiado pela sociedade.
Tal conduta não pode ser entendida como é crime ou ato discriminatório, pois é legítimo o direito de expressão de ambos os lados no sistema jurídico vigente.
O acórdão faz uma abordagem do legítimo direito das pessoas, com base nas garantias constitucionais (art. 5º) de liberdade religiosa de crença, consciência e culto, e liberdade de expressão de emitir suas opiniões, de forma pacífica, sem sofrer QUALQUER TIPO DE RESTRIÇÃO por parte do Estado ou grupo de minorias.
O Acórdão do Tribunal do Rio de Janeiro de forma direta é totalmente contrário à instituição de uma mordaça gay, pois os cidadãos são livres no seu pensar e agir, com base em sua fé e valores.
Assim, esta decisão judicial reforça mais uma vez as graves inconstitucionalidades que o PLC 122/06 (lei da homofobia) tenta inserir no sistema jurídico brasileiro, criminalizando opiniões em benefício de um grupo de interesses, com ofensas à lei maior.
A decisão é atual e coerente com os valores constitucionais da liberdade de expressão e consciência.
Espero que esta decisão do Tribunal de Justiça mais moderno do país auxilie aos Senadores a entender ser inconstitucional criar uma lei que criminalize opiniões no tocante a homossexualidade, logo o PLC 122/2006 deve ser REJEITADO por grave violação a Carta Constitucional e a boa redação e técnica legislativa.
Divulgue esta decisão jurisprudencial para que outros Tribunais tenham a mesma coragem de não se curvar a movimentos ou patrulhamento de grupos contra o estado democratico de direito e a liberdade de expressão.
Veja o teor parcial do acórdão:
“...Contudo, também, não se pode negar aos cidadãos heterossexuais o direito de, com base em sua fé religiosa ou em outros princípios éticos e morais, entenderem que a homossexualidade é um desvio de comportamento, uma doença, ou seja, algo que cause mal à pessoa humana e à sociedade, devendo ser reprimida e tratada e não divulgada e apoiada pela sociedade. Assim, não se pode negar ao autor o direito de lutar, de forma pacífica, para conter os atos sociais que representem incentivos à prática da homossexualidade e, principalmente, com apoio de entes públicos e, muito menos, com recursos financeiros. Trata- se de direito à liberdade de pensamento, de religião e de expressão....”
Tribunal de Justiça- Décima Primeira Câmara Cível
Apelação Cível nº. 2008.001.65.473
Relator:Desembargador Claudio de Mello Tavares
Esta é a homenagem deste blog a todos os verdadeiros pastores, nesteSER PASTOR






O artigo abaixo foi publicado na coluna OPINIÃO do
Não basta estarmos motivados, precisamos ter a motivação certa
Nos dias atuais, é preciso motivação para praticamente todos os tipos de atividades. Para tanto, as empresas investem em seminários e palestras motivacionais para seus que funcionários e principalmente seus executivos se mantenham motivados.
No Reino de Deus é preciso ter muito cuidado, pois não basta estarmos motivados, precisamos ter a motivação correta.
Geazi, o moço do profeta Elizeu, tinha sempre a boa intenção de ajudar, porém, sua motivação era sempre tirar proveito de tudo, e por esse motivo terminou com a lepra de Naamã. 2º Reis 5
Uzá também teve boa intenção em segurar a ARCA de Deus com as próprias mãos quando os bois tropeçaram, mas esqueceu-se não era para ele tal função, e por isso pagou com a própria vida. 2º Samuel 6: 7.
Os discípulos seguiam a Jesus, comiam e oravam com ele, porém, volta e meia o Senhor apontava o vírus da motivação errada em suas palavras. Achavam que porque andavam com Mestre, ninguém mais poderia pregar o evangelho, expulsar demônios, curar os enfermos e batizar. A decisão que tinham de estarem ao lado do Senhor era boa, porém, eram motivados pela sede de poder terreno, bem como por uma exclusividade imaginária para as ações do evangelho. Lucas 9: 49-50.
Na igreja primitiva, não vemos erro na decisão de Ananias e Safira em ofertar com quanto quisessem, porém, o desejo de aparecer e se igualarem a José, o Barnabé, fez com que combinassem uma mentira, e por isso foram alvo do juízo divino. O motivo era bom, mas a motivação era errada. Atos 4 e 5.
Para uma motivação correta, é preciso harmonia entre o desejo, que deve ser digno, os meios utilizados que devem estar de acordo com a Palavra de Deus, e os fins que devem glorificar ao Senhor.
"Portanto, quer comais quer bebais, ou façais outra qualquer coisa, fazei tudo para glória de Deus."
1º Coríntios 10: 31
No amor dAquele que deve ser a nossa maior motivação,
Pr. Carlos Roberto Silva

Acompanhe mais um capítulo da batalha contra a PL 122/06, que criminaliza a HOMOFOBIA, ma que no mesmo bojo, institui também a LEI DA MORDAÇA para quem combater o pecado do homossexualismo e do lesbianismo. A Igreja precisa continuar atenta e mobilizada, pois a luta continua.